01
Acolhimento
Receber dúvidas e dificuldades com respeito, sem reduzir a pessoa aos sintomas. Criar espaço para que ela expresse suas prioridades, inclusive quando falar sobre o sofrimento é difícil.
02
Humanização
Considerar os vínculos, as responsabilidades e as condições de vida que cercam o adoecimento. Uma orientação precisa ser compreensível e fazer sentido no cotidiano de quem a recebe.
03
Individualização
Avaliar riscos, antecedentes e objetivos antes de propor uma conduta. A escolha deve refletir as necessidades identificadas, e não apenas o nome de uma queixa ou diagnóstico.
04
Ética
Preservar autonomia, confidencialidade, transparência e limites profissionais em todas as etapas do cuidado e da comunicação.
05
Medicina baseada em evidências
Integrar pesquisa científica de qualidade, experiência clínica e valores do paciente, reconhecendo incertezas e atualizando decisões quando necessário.
06
Cuidado personalizado
Adaptar a comunicação, as orientações e a continuidade às necessidades identificadas. Rever o plano quando a evolução, as preferências ou as informações disponíveis mudarem.
07
Segurança
Reconhecer limites da modalidade, identificar sinais de risco e indicar assistência presencial ou de urgência sempre que necessário.
08
Responsabilidade tecnológica
Usar recursos digitais para facilitar acesso e organização, com coleta apenas do necessário. Avisos e ferramentas automáticas apoiam o trabalho; decisões clínicas e publicação de informações de saúde exigem responsabilidade humana.