Preparação
Ambiente privativo, conexão estável, identificação e informações clínicas relevantes.
Tecnologia a serviço da relação médico-paciente — com conveniência, privacidade e avaliação contínua sobre quando o encontro remoto é suficiente e quando a assistência presencial é necessária.
É uma consulta médica não presencial, realizada por tecnologias digitais de comunicação, com médico e paciente em locais diferentes. Ela permite entrevista clínica, avaliação compatível com o meio remoto, orientação, planejamento do cuidado e, quando indicado, emissão de documentos médicos conforme os requisitos aplicáveis.
Não se trata de uma conversa informal por mensagem. A teleconsulta é um ato médico, com responsabilidade profissional, registro em prontuário, dever de confidencialidade e critérios de segurança.
Ambiente privativo, conexão estável, identificação e informações clínicas relevantes.
História clínica, contexto, sintomas, riscos, objetivos e possibilidades de cuidado.
Orientações, documentos quando indicados e definição do acompanhamento adequado.
A teleconsulta não permite um exame físico completo e pode ser limitada por qualidade de áudio e vídeo, ambiente sem privacidade, dificuldade de comunicação, necessidade de procedimentos ou falta de informações confiáveis.
Revisões sistemáticas e meta-análises em saúde mental apontam que o atendimento por videoconferência pode apresentar resultados comparáveis ao presencial em diferentes condições e ampliar o acesso. Ao mesmo tempo, os estudos mostram heterogeneidade entre diagnósticos, tecnologias e contextos, além de limitações metodológicas. Por isso, nenhuma conclusão geral substitui a análise clínica da pessoa concreta.
O benefício depende de indicação adequada, vínculo terapêutico, recursos tecnológicos suficientes, proteção da confidencialidade, plano para intercorrências e possibilidade de encaminhamento presencial.
Somente mensagens. Este canal não atende urgências.